A
tradição clássica conduziu a dois gêneros distintos: a tragédia
e a comédia. Com o passar do tempo outros gêneros ganharam
importância, como é o caso do drama e da tragicomédia (que mistura
elementos de ambos) ou outros muito diferentes na forma, como o
sainete, os milagres, etc.
A
tragédia
Em sua Poética, Aristóteles definiu tragédia como a imitação de uma ação nobre que não é narrada, mas sim interpretada por atores, escrita em uma linguagem elegante; desenvolve uma história sóbria, protagonizada por personagens de linhagem nobre, em que o protagonista é arrastado para um destino fatídico, o fatum, ou fatalidade trágica. Durante a Idade Média, a tragédia teve alguma influência literária, mas deixou de ser cultivada como gênero teatral. O seu reaparecimento ocorreu no Renascimento, devido ao interesse dos humanistas pela cultura Greco-romana. Alguns dramaturgos, como Corneille, escreveram tragédias respeitando substancialmente o modelo clássico, enquanto outros, como Shakespeare, inovaram-no com a introdução de elementos cômicos e fantásticos. No romantismo, a tragédia foi muito apreciada. Nesse período, a sua forma evoluiu, embora mantivesse a sua base clássica.
Em sua Poética, Aristóteles definiu tragédia como a imitação de uma ação nobre que não é narrada, mas sim interpretada por atores, escrita em uma linguagem elegante; desenvolve uma história sóbria, protagonizada por personagens de linhagem nobre, em que o protagonista é arrastado para um destino fatídico, o fatum, ou fatalidade trágica. Durante a Idade Média, a tragédia teve alguma influência literária, mas deixou de ser cultivada como gênero teatral. O seu reaparecimento ocorreu no Renascimento, devido ao interesse dos humanistas pela cultura Greco-romana. Alguns dramaturgos, como Corneille, escreveram tragédias respeitando substancialmente o modelo clássico, enquanto outros, como Shakespeare, inovaram-no com a introdução de elementos cômicos e fantásticos. No romantismo, a tragédia foi muito apreciada. Nesse período, a sua forma evoluiu, embora mantivesse a sua base clássica.
Autores trágicos
- Ésquilo (cerca de 525 a.C. a 456 a.C.)
Considerado o fundador do gênero, algumas de suas peças: "Os Persas", "Sete contra Tebas", "As Suplicantes", "Prometeu Acorrentado", "Agamêmnon", "Oréstia", "Coéforas" e "Eumênides".
Foi um autor reconhecido pelo elogio às conquistas de Atenas e a homenagem aos deuses justiceiros. As peças de Ésquilo foram inovadoras ao promover a utilização de diálogos, máscaras e coros que conferiam maior dramaticidade às suas histórias.
- Sófocles (496 a.C. a 406 .a.C.)
Importante tragediógrafo, que também trabalhava como ator. Entre suas peças estão a trilogia "Édipo Rei", "Édipo em Colona", "Antígona" e "Electra", privilegiou a luta dos heróis contra o destino e a influência que os deuses possuíam na vida dos homens. Com as peças de Sófocles, as encenações passaram a contar com a presença de um terceiro interlocutor no palco. Dessa forma, o número de personagens em uma história aumentava.
- Eurípides (485 a.C. a 406 a.C.)
Pouco se sabe sobre sua vida. Ainda assim, é dele o maior número de peças que chegaram até nós. Entre elas: "Medéia", "As Bacantes", "Heracles", "Electra", "Ifigênia em Áulis" e "Orestes". Tinha forte espírito crítico e tratava com pessimismo as situações envolvendo a vida cotidiana e os costumes de seu povo. Temos no legado teatral desse autor uma forte presença da figura feminina.
e sobre a comédia??
ResponderExcluirrealmentee faltou a comedia :(.
ResponderExcluirsabe pq n tem a comédia? pq a vida n da as coisas de "graça"
Excluiragora n falta mais
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